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HiroMarikame

Segurança da informação: Hobby ou Profissão ?

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A dias estou repetindo a mesma coisa na minha mente: "Segurança não é uma profissão, não tem que ser, é algo que eu gosto e não sou obrigado a estudar por conta do salário".

Acontece que de tanto repetir isso em minha mente comecei a me perguntar : "Segurança é um Hobby ou uma Profissão ?".

Com o passar dos meses percebi que muitas pessoas querem ir para a área de segurança da informação justamente pela remuneração mensal que supostamente teriam, mas acontece que seguindo essa linha de raciocinio seria muito mais vantajoso estudar medicina do que estudar segurança no qual o caminho das pedras não existe.

Mas e aí, segurança é uma profissão ou Hobby pra você ?

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Essa pergunta é bem legal e vou dar apenas minha visão, pois certamente outras pessoas têm opinião diferente a respeito. 😉

Há alguns anos, no jeito que eu pensava, eu diria que é um hobby, que deve-se fazer o que gosta para não sentir o "peso" de um "trabalho". Aliás, gosto da definição de "trabalho" da Física (Mecânica, pra ser mais exato): uma força aplicada a um corpo. rsrs Então, para não ter que se esforçar, encarar aquela segunda-feira arrastando-se para o trabalho como se estivesse indo para a cruz, recomendaria fortemente que se faça o que se gosta, não o que "dê dinheiro" na opinião dos outros. Sempre falo que o melhor gari é mais bem sucedido que o pior X (substitua X pela profissão que você acha que dá grana) e para ser bom - e reconhecido como tal - é preciso gostar do que se faz, creio. Isso vai fazer você priorizar, dedicar muitas horas, fins de semana, abdicar de festas, tudo sem a sensação de privação. E vai aprender muito e com gosto.

Hoje eu acho que dei um upgrade nessa visão, sem excluí-la (implícito na definição de upgrade hehe): percebo que ao invés de rezar para chegar o fim de semana, é mais interessante buscar uma vida da qual não se precisa fugir. O cerne disso, a meu ver, está na utilidade do que se faz. Se você gosta de SI, então é lá que você revela sua utilidade ao mundo, leia-se, às outras pessoas que a buscam. A questão é que para atingir isso é preciso ouvir com atenção, através das palavras, o que te é pedido para fazer. Pode ser que durante minha visita ao escritório da empresa onde trabalho, as pessoas precisem de café, então eu levo café. Pode ser que o mais importante no momento, mesmo atuando como um pesquisador de segurança, seja responder um e-mail, montar um PPT ou uma planilha em Excel, então eu faço o que é necessário para ser útil. Além de ficar em paz, já que não há discórdia, o senso de utilidade é ressaltado e aumenta com o tempo.

Veja, não é um "aceitar tudo". Quando falo em ouvir através das palavras é buscar a intenção da pessoa. Por exemplo, é bem comum pessoas me procurarem para "serviços" ou para "abrir uma empresa e ficar rico". Se minha meta não é ficar rico (e não é) e sim ser útil, e se estou sendo útil no momento na empresa onde trabalho, recuso.

Em resumo, penso que deve-se seguir o que se sente, sempre aberto a ser útil. Assim você pode dizer que não trabalha, mas sim, ajuda. E não fica a menor dúvida de que serás muito bem recompensado por isso. 💚

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