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Fernando Mercês

Desafios suicidas x jogos sombrios

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Suicide Games Gostaria de divulgar aqui também o estudo sobre os desafios suicidadas ("Baleia Azul", etc) e jogos "de temática sombria" que publiquei no início do mês pela Trend Micro. Como falei no vídeo que publicamos no canal Papo Binário, é um tema sobre o qual gostaria de ter mais informações sobre, ouvir especialistas, etc. Recomendo a leitura para todos pois nunca se sabe se um amigo ou vizinho tem um filho(a) numa situação parecida.

Qualquer feedback é muito bem vindo! 👍

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As opiniões são divididas, mas convenhamos que a linguagem é forte e, sem orientação, pode ser nocivo, vide os relatos dos pais que constam nos relatório. 😉

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pois é, mas como obra de arte eu não vejo como um problema do jogo, até porque no ele usa dessa linguagem justamente pra falar o oposto. a ideia de undertale é ser um jogo que torna errado partir pra violência em qualquer situação. justamente quando um personagem no jogo te xinga você partir pra violência não vai te fazer avançar. 

porque sem contexto e sem o poder de interpretar qualquer coisa pode ser nociva.

claro que esses grupos devem sofrer consequências e tudo tem que ser avaliado com calma mas tendo depressão eu tenho consciência que é um problema que me leva a observar o mundo mais negro que ele é... assim tudo pode ser nocivo seja uma musica, um jogo um filme...

eu tive uma discussão uma vez com um amigo sobre como estudar segurança alimenta uma paranoia dando um exemplo..

Editado por gerardo-junior

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Em 18/12/2018 em 16:20, gerardo-junior disse:

como obra de arte eu não vejo como um problema do jogo

Eu entendo. Também não vejo problema. As variantes me assustaram mais, na real (Can You Escape Love/Fate). A linguagem direta foi algo inédito pra mim num jogo, que por definição é fantasioso. Muito difícil ser imparcial neste caso e confesso que não sou, mas sei que há vários lados. Provavelmente jogos como esses já salvaram pessoas da depressão, ao invés de afundá-las. Reconheço que só expus o aspecto "negativo" mas foi de propósito, com o intuito de alertar aos pais que tais temas rondam redes sociais, memes e jogos. 😉

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Em 20/12/2018 em 08:33, Fernando Mercês disse:

Eu entendo. Também não vejo problema. As variantes me assustaram mais, na real (Can You Escape Love/Fate). A linguagem direta foi algo inédito pra mim num jogo, que por definição é fantasioso. Muito difícil ser imparcial neste caso e confesso que não sou, mas sei que há vários lados. Provavelmente jogos como esses já salvaram pessoas da depressão, ao invés de afundá-las. Reconheço que só expus o aspecto "negativo" mas foi de propósito, com o intuito de alertar aos pais que tais temas rondam redes sociais, memes e jogos. 😉

Fernando, o artigo tem pontos bem legais. eu mesmo achava que essa historia tava em um limbo bem complicado de fakenews e realidade mas é meio perigoso essa ideia de expô só o lado negativo de uma obra pois as vezes, como nesse caso, a msg é justamente o oposto da camada mais superficial. é meio como aquelas reportagens da record demonizando a internet. quem não conhece o alvo tira uma ideia irreal do assunto

 

enfim, parabéns pelo artigo. espero ver mais coisas assim por aqui. existem grupos bem nocivos subface da internet que precisam ser entendido e encarado de forma séria. como os chans, as redes de pedofilia e até outros grupos de incentivo a suicídio, no facebook mesmo tem vários...

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