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  • Criptomoeda Monero tem sido preferência entre cibercriminosos


    Bruna Chieco
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    O Bitcoin era até então o método de pagamento de escolha para cibercriminosos, mas aparentemente outra criptomoeda está surgindo como preferência entre eles. Segundo o Ars Technica, o Bitcoin ainda deixa um rastro visível de transações em seu blockchain subjacente, enquanto o Monero foi projetado para obscurecer o remetente e o destinatário, bem como a quantia trocada.

    Isso resulta na escolha do Monero como uma ferramenta cada vez mais procurada por gangues de ransomware, diz o site. A ascensão do Monero ocorre em um momento em que as autoridades correm para reprimir o crime cibernético após uma série de ataques audaciosos, em especial o ocorrido na Colonial Pipeline.

    O Monero foi lançado como um projeto de código aberto em 2014 por um usuário de um fórum bitcoin com o pseudônimo thankful_for_today. Seu documento original argumentava que a rastreabilidade do bitcoin era uma "falha crítica", acrescentando que "privacidade e anonimato são os aspectos mais importantes do dinheiro eletrônico".

    Bryce Webster-Jacobsen, Diretor de Inteligência do GroupSense, grupo de segurança cibernética que ajudou um número crescente de vítimas a pagar resgates em Monero, afirmou ao Ars Technica que grupos de ransomware estão mudando especificamente para essa criptomoeda reconhecendo a capacidade de cometer erros com o uso de Bitcoins, que permitem que as transações de blockchain revelem sua identidade.

    O REvil, por exemplo, aparentemente removeu a opção de pagar em Bitcoin este ano, exigindo apenas Monero, de acordo com Brett Callow, Analista de Ameaças da Emsisoft. Enquanto isso, tanto o DarkSide, o grupo culpado pelo ataque à Colonial Pipeline, quanto o Babuk, outra gangue de cibercrime, permitem pagamentos em qualquer criptomoeda, mas cobram um prêmio de 10% a 20% das vítimas que pagam em Bitcoins mais arriscados, dizem os especialistas.

    A ausência de uma trilha digital para o Monero é problemática para a polícia, que normalmente trabalha com grupos analíticos de criptomoedas do setor privado para rastrear transações suspeitas no livro razão digital do Bitcoin.

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