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Leandro Fróes

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Tudo que Leandro Fróes postou

  1. Engenharia reversa em jogos não está nada distante da Engenharia Reversa utilizada em Análise de Malware, correção de bugs, etc, até porque os conceitos que ela envolve são os mesmo, não importa o local onde é aplicada. Falando em jogos, você conhece o Mega Drive? Sim, aquele console da Sega de 16 bits, lançado em 88 e com sucesso nos anos 90. Foi lançado em um blog uma espécie de CTF para o SEGA Genesis (nome popular para o Mega drive) que se resume à "apenas" um desafio: reverter o jogo criado pelo autor e quebrá-lo utilizando um emulador. O autor disponibilizará o código fonte daqui um tempo, mas até lá você pode mandar um e-mail e/ou twitter com sua resolução!! Se pararmos para pensar este desafio parte de uma abordagem ofensiva, mas será que além de burlar há uma maneira de defender este ou outro jogo? 🤖
  2. Go é uma linguagem de programação criada pela Google e lançada em código livre em novembro de 2009. Ela é uma linguagem compilada estaticamente, isto é, não depende do carregamento de nenhuma biblioteca. Deixando de lado as vantagens e desvantagens da compilação estática, podemos notar vantagens muito interessantes ao se programar em Go, como por exemplo: portabilidade, sintaxe enxuta e parecida com C e o fato de atingir patamares dos quais linguagens como python atingem, mas com uma linguagem compilada. A visibilidade da linguagem vem se tornando bem grande devido à ferramentas gigantescas sendo escritas em Go (docker, por exemplo) e isto atrai a atenção de qualquer um, inclusive os criadores de malware. Justamente por Go estar entrando no dia a dia de um profissional de segurança foi lançado um artigo introdutório que visa dar uma noção de como analisar executáveis em Go de uma forma simples e direta. Como profissionais de segurança devemos estar sempre abertos para novas abortagens e como lidar com elas, seja na programação em si ou na anáise. 😄
  3. Quando estamos fazendo engenharia reversa, vários conceitos são aplicados, tanto práticos quanto teóricos. Ferramentas como disassemblers, debuggers, analisadores de arquivos e editores hexa são bem comuns, mas você já se perguntou como tais ferramentas funcionam? Este tipo de questionamento é extremamente importante para o aprendizado e sempre que possível devemos colocar a mão na massa. Uma série de artigos acaba de ser lançada com este objetivo: te guiar na construção das suas próprias ferramentas. O autor dos artigos trabalha com a linguagem Python, o que é uma boa ideia pois ela abstrai muitos conceitos complexos, mas ainda assim requer uma base de programação e sistemas operacionais sólida para o bom desenvolvimento. Para aqueles que estão começando, é uma ótima oportunidade de aprender na prática como alguns conceitos e ferramentas funcionam. Para aqueles que acham que linguagens como C, por exemplo, ensinariam mais, por que não se desafiar? 😁
  4. Você conhece o Radare? Começado em 2006 este é um projeto que em sua essência era um editor hexa, mas depois de um tempo partiu para um novo caminho com novas funcionalidades, paradigmas e objetivos, o Radare2. Mais modular, coberto pela GPL 3 e de fácil manutenção o Radare2 se tornou um dos frameworks de Engenharia Reversa mais famosos da atualidade. Desde 2014 acontece o Radare Summer of Code, mais conhecido como RSoC. Este evento foi uma maneira que a Radare.org encontrou de juntar o útil ao agradável, mentorando os estudantes selecionados e recebendo novas propóstas de projetos. O programa se resume ao fato de você ter uma ideia, trabalhar em cima dela junto de um mentor da Radare.org e submete-la para análise e possível aceitação. Todas as regras e detalhes estão descritos no anúncio do site. Esta é uma oportunidade incrível para aprimorar nosso conhecimento não só em programação, mas tambe´m em software livre e em Engenharia Reversa, tendo em vista o tamanho do projeto Radare. 😉
  5. Sabemos que Engenharia Reversa é um assunto complexo e apaixonante, que envolve não só a utilização de debuggers e ferramentas de análise, mas um conhecimento sólido das bases da computação em si. Nosso curso CERO, em conjunto com o nosso livro, dá uma introdução muito completa dos assuntos que são minimamente necessários para iniciar nos estudos de Engenharia Reversa. Recentimente foi lançado o artigo número seis de mais uma série de tutoriais sobre Engenharia Reversa do zero, a Slugsnack’s Reversing Series, disponível somente em inglês. A série cobre o básico e vai evoluindo a cada artigo, tornando a abordagem perfeita tanto para quem está começando na área quanto para quem quer aperfeiçoar o conhecimento. Ficamos impressionados com a quantidade de material disponível hoje em dia na Internet. De fato, não existem mais desculpas para não estudar Engenharia Reversa! 🤖
  6. Boa tarde pessoal, tudo certo? Como vocês podem ver tínhamos dado uma pausa nos desafios, isto para dar mais tempo à aqueles que não tentaram ainda ou não resolveram os desafios anteriores. Isto não significa que os desafios pararam, certo??? Então aqui está o nosso sétimo desafio, espero que curtam bastante o fds revertendo !!! AnalyseMe-06.exe
  7. Você já ouviu falar de CTF, Wargame, CrackMe ou nossa série AnalyseMe? Não? Por mais que os nomes sejam diferentes a ideia é a mesma: resolver os desafios propóstos, sejam eles para atacar, defender, sobre exploração, web ou engenharia reversa. Pouco tempo atrás foi lançado um desafio de engenharia reversa bem interessante. Talvez não pela sua complexidade, mas pela forma que a plataforma foi montada para suportar o desafio, contendo um interpretador python, um código em C, um debugger e por ai vai. Ferramentas como estas deixam mais prática a análise e resolução do desafio, tendo em vista que o ambiente estará montado para você. Happy hacking!! 😉
  8. No fim de Março de 2018 a abuse.ch, plataforma com diversos projetos que lutam contra malwares, lançou um projeto chamado URLhaus. O objetivo do projeto é a coleta e compartilhamento de URL maliciosas, isto é, utilizadas por malwares de alguma forma, visando o bloqueio destas para tentar mitigar a propagação destes sites e do que eles contém. O projeto já conta com a contribuição de 256 pesquisadores da área de segurança espalhados por todo o mundo submetendo cerca de 300 sites maliciosos por dia. A ajuda não vem apenas de pesquisadores, mas também de pessoas que simplesmente querem ajudar, de provedores e por ai vai, ou seja, da comunidade. Em 10 meses de projeto já foram derrubados quase cem mil sites de distribuição de malwares. Mesmo os números sendo altos esta não é uma luta simples. Cada segundo que uma URL maliciosa fica disponível ela pode estar propagando algum software malicioso e, consequentemente, infectando alguém. Precisamos cada vez mais da comunidade de forma ativa na área de segurança, qualquer tipo de contribuição para este projeto ou outro é sempre bem vinda. 😄
  9. Neste domingo foi publicada uma atualização do PE-bear, uma ferramenta de engenharia reversa com o objetivo de dar uma "primeira impressão" sobre arquivos PE (de Windows) analisados. Esta ferramenta foi escrita por ninguém menos que a hasherezade, uma desenvolvedora/pesquisadora de segurança incrivelmente habilidosa (não por acaso é a terceira vez que ela aparece aqui em nossas notícias). As novas funcionalidades da ferramenta incluem parsers para novas estruturas como o Rich Header e tables com a RSDSI. Segundo hasherezade, sua ideia era não dar mais suporte à este projeto, mas houve uma mudança de planos quando ela notou a proporção que ele tomou e considerou comentários e sugestões das pessoas que utilizaram o PE-bear. Fique por dentro das novidades deste e de outros projetos. Não os deixemos morrer! 😉
  10. O time de pentest OpenToAll decidiu pegar os desafios que realizavam internamente e torná-los públicos, dando origem ao site pwnable.xyz. A ideia do site é simples: ser uma plataforma com diversos desafios sobre diversos assuntos, mas todos focados na parte ofensiva da segurança (semelhante ao Shellterlabs, por exemplo). O site é extremamente enxuto e com regras claras, descritas no fim da página. Além de você ganhar pontos e ser classificado pelos desafios que realiza, também pode submeter seus próprios desafios! Isso com uma condição: você precisa resolver todos os desafios da plataforma antes. Achou que ia ser fácil né? 😆
  11. Boa noite galera, tudo certo?? Adivinhem o que temos pra esse começo de ano?? Isso mesmo, fim de semana debuggando 😉. Queremos também saber o que vocês estão achando, se está muito difícil, muito fácil, se está na medida certa, etc. Lembrando que qualquer feedback é válido. Um ótimo fim de semana e bom debugging. Abs AnalyseMe-05.exe
  12. No fim de setembro o CrowdStrike® Falcon OverWatch™ Team (time com foco em pesquisa de ameaças) postou em seu blog que encontrou em um de seus clientes uma infecção no daemon sshd que chamou a atenção, devido à sua abordagem de alterar um binário legítimo. Após logar via SSH por meio de credenciais válidas e escalar privilégios via CVE-2016-5195, o autor da invasão modificou duas funções do cliente SSH e do servidor (sshd), para que sempre que alguém entrasse com credenciais legítimas estas fossem copiadas para um arquivo específico para posterior extração. Este fato foi interessante para notarmos que os binários nativos do nosso sistema podem sim ser alterados e, com isto, agir de forma maliciosa. Devemos ficar de olho em tudo, certo?! 🤖
  13. Boooa noite pessoal, aqui está mais um dos nossos desafios, espero que curtam e aproveitem o fim de semana debuggando bastante 😆. Queria agradecer de novo por todas as análises que vocês estão fazendo e lembrar que não importa se alguém já fez, mostre pra gente seu ponto de vista também!! 😉 AnalyseMe-04.exe
  14. A esteganografia (técnica utilizada para esconder alguma coisa dentro de outra) não é algo novo. Já houve relatos de malwares que utilizaram esta técnica para esconder partes dos seus recursos em imagens, por exemplo. O que aconteceu alguns dias atrás foi quase a mesma coisa, mas chamou a atenção por conta de uma palavra mágica: meme. A Trend Micro postou recentemente em seu blog sobre um malware que estava escondendo funções maliciosas dentro de um meme postado no Twitter. O malware, após infectar o computador da vítima, fazia o download da imagem no Twitter e com isto fazia um parsing nos bytes dela para identificar as funções e, com isto, executá-las e mandar seus resultados para um servidor de Comando e Controle (C&C). Criativo, não?! 🤔 Vale a leitura não só para os adoradores de memes, mas também para aqueles que querem entender melhor a anatomia desta ameaça.
  15. A empresa de segurança ESET recentemente publicou uma pesquisa mostrando que mais de 21 famílias de malwares estavam escondidas dentro de ferramentas de SSH (Security Socket Shell) para Linux. Muitas distribuições Linux já vem com ferramentas de SSH por padrão, mas ainda assim há muitas outras versões para download e dentre elas, muitas infectadas. Os malwares possuem funcionalidades que vão desde exfiltração de dados até mecanismos que permitem ao invasor uma maneira furtiva e persistente de se conectar de volta à máquina comprometida (persistência). Um outro detalhe interessante é que alguns malwares checavam se já havia alguma backdoor instalada antes de instalar a sua, através de um script em Perl. É recomendada a leitura de todo o artigo para melhor entendimento não só das ameaças, mas também do motivo de sua criação e sua relação com o SSH.
  16. Faaala galera, planos pro fds? Espero que não pois aqui está o nosso terceiro desafio da série AnalyseMe. Para aqueles que ainda não fizeram os desafios anteriores eu indico fortemente fazer e postar para a galera se ajudar e aprender junto. Qualquer dúvida fique a vontade para perguntar também. Lembrando que é pra postar a solução usando o modelo e entre tags spoiler (): Abraços! AnalyseMe-02.exe
  17. Por acaso você testa softwares? Tanto aqueles que cria quanto aqueles que utiliza (em busca de falhas por exemplo)? Mesmo que não faça isto você deve imaginar que um dos problemas que os programas enfrentam é ter que tratar com o input (a entrada de dados) do usuário, tendo em vista que as possibilidades são imensas e, com elas, vem os erros. O usuário Max Woolf decidiu ajudar aqueles que visam a qualidade do software (ou quem quer fazer fuzzing mesmo, em busca de falhas) e criou uma lista de strings que podem causar problemas quando utilizadas como entrada de dados. A ideia é extremamente simples e interessante, seja para um teste automatizado ou manual. O projeto está aberto para contribuição e tudo está especificado em seu repositório no Github. E aí, já testou aquele seu último programa? 😉
  18. Concordo plenamente @Aof, obrigado pelo feedback!! Muito legal sua análise por sinal 🙂.
  19. Fala galera, tudo certo? Segue o nosso segundo desafio da série AnalyseMe. Outra coisa, lembram daquele modelo de relatório do AnalyseMe - Nível 00? Aquele é um padrão para vocês manterem o foco, para saberem que aquilo é importante dar uma olhada. Caso não consigam encontrar todos os campos fiquem a vontade para postar o que acharam, a idea aqui é aprendermos juntos e ajudar quem precisa. Se você ainda não postou sua análise porque alguém já postou antes, posta lá!! Não esqueça que cada um tem seu ponto de vista e isso é muito importante! 😃 Queria também agradecer à todos que fizeram o primeiro tópico movimentar. Para aqueles que ainda não fizeram/postaram o desafio, tá esperando o que?!?!?! 🤓 AnalyseMe-01.exe
  20. Quem lembra do WannaCry? Sim, ele mesmo, um dos ransomwares mais temidos pelas organizações desde sua aparição e infecção em massa em maio de 2017. Este malware utilizava um exploit para uma falha conhecida como EternalBlue (MS17-010), referente ao protocolo SMB. Sabemos que não é fácil (impossível?) escrever um programa sem falhas. Até mesmo os exploits as possuem, afinal, são código também, certo?! 😉 Foi publicado em um blog de segurança uma breve explicação de como o EternalBlue, contido no FuzzBunch (framework responsável por carregar os exploits nos sistemas), funciona e também a correção de um bug contido nele. O exploit pode ser considerado antigo, mas sua explicação envolve funcionalidades do próprio Windows e ajudam a entender melhor o próprio sistema operacional.
  21. Fala @Aof, blz? A ideia do desafio é justamente você verificar esse tipo informação (se tem packer, linguagem utilizada, ideia do binário em si, etc). O curso do CERO e o livro com certeza são o suficiente para esta análise. Sobre as ferramentas você pode dar uma olhada no artigo que Linkei ali na descrição, mas fique a vontade pra usar as ferramentas que se sentir mais confortável 😄 abs
  22. Em Setembro deste ano a Mozilla Foundation anunciou o Firefox Monitor: um serviço disponibilizado de monitoração dos vazamentos de dados que acontecem pelo mundo afora. Se seu e-mail estiver em algum deles, significa que seus dados foram vazados e então você é avisado. Este é um serviço similar ao já conhecido Have I Been Pwned onde você também pode cadastrar seu e-mail gratuitamente para ser notificado em caso de vazamento. Agora em Novembro a Mozilla anunciou uma nova funcionalidade para o Firefox 62 em diante: será mostrada uma notificação de alerta no próprio navegador caso o site visitado já tenha sofrido algum vazamento de dados. Além disso, um botão do Firefox Monitor será mostrado, caso você queira verificar se o seu e-mail está entre os dados vazados. Lembrando que estes serviços não verificam se suas contas de e-mail foram comprometidas. Eles apensar buscam por seu endereço de e-mail nos bancos de dados vazados (os famosos leaks) e se o website visitado já foi vítima de vazamento. Segundo a Mozilla Foundation, o motivo para funcionalidades como esta é que os usuários estão cada vez mais interessados em segurança e privacidade. É bom ver que estamos caminhando para um mundo onde se preocupam mais com a nossa segurança, não é mesmo?! 😃
  23. Boa tarde galera! Como vocês estão? Faz um tempinho que estamos pensando sobre algo que possa ser postado semanalmente aqui no portal, algo que seja curioso, desafiador, divertido, mas que prepare para situações reais. Com isto em mente estamos lançando hoje a série de desafios chamados AnalyseMe, que são postados nesta área toda sexta-feira. O intuito é treinar análise de malware. Portanto os binários conterão rotinas maliciosas e por isso é estritamente necessário que sejam analisados em um ambiente controlado (máquina virtual). A ideia é simples: aplicar os conceitos de engenharia reversa que aprendemos nos nossos estudos, mas de uma forma direcionada à análise de malware (falando nisso, você já leu o nosso livro e viu o nosso curso?! 😉). Os participantes devem analisar os programas aqui postados e responder o tópico com sua análise. Desta forma podemos tirar dúvidas e ter visões diferentes sobre o mesmo binário, facilitando o aprendizado. Desenvolvemos também um modelo de relatório que esperamos receber como resposta (use a tag spoiler, que é o olhinho na barra de ferramentas: ) . Segue exemplo: O nível de detalhe da análise fica a critério de vocês, só tomem cuidado para não sair muito da ideia principal, guiada pelo formulário. Caso vocês achem necessário mais algum item no formulário fiquem à vontade para colocar junto da sua análise. Qualquer dúvida/sugestão/ideia estamos sempre à disposição. Vamos lotar isto aqui hein. 😉 E agora, sem mais delongas, segue o primeiríssimo desafio: AnalyseMe-00.exe Lembrando que alguns itens do relatório podem estar em branco para cada desafio. Por exemplo, o binário pode não ter atividade de rede ou não ter nenhuma string interessante, etc. Agora é contigo! 😎
  24. Recentemente alguém abriu um desafio simples mas muito curioso com uma recompensa de mil dólares: invadir a infraestrutura da AWS através do AWS Lambda. A AWS (Amazon Web Services) é uma gigante de mercado em vários assuntos, principalmente computação em nuvem. O seu serviço de Lambda tem origem do lambda em programação, mas aqui a idea da AWS de fato é você executar um código em alguma das linguagens suportadas (atualmente Go, NodeJS, C#, Python e Java) sem se preocupar com toda a infraestrutura e sim apenas com o seu código e o resultado dele. Certo, mas onde isso se encaixa no desafio? Como podemos ver no site, temos uma shell que é disponibilizada através de uma função lambda que dá acesso à infraestrutura do criador do desafio. Na parte inferior da página vemos também uma lista dos comandos mais utilizados por quem tentou ownar a instância. Segundo o autor, as configurações padrão estão ativas e caso ninguém consiga invadir, ele irá "piorar" a segurança da infraestrutura em breve. O desafio é extremamente pertinente, tendo em vista que computação em nuvem é algo que acontece no dia a dia do profissional de TI no geral, e não apenas no de segurança. E aí, partiu arregar o feriado? 😝
  25. O time de pesquisa da Cymulate descobriu uma forma de abusar do recurso de "inserir vídeo" do Microsoft Word utilizando recursos que a própria ferramenta disponibiliza. Os pesquisadores tiraram proveito de um dos arquivos que o Word gera após salvar um vídeo dentro do seu documento. Este arquivo se chama "document.xml" e nele podemos injetar um código em JavaScript, por exemplo, e redirecionar o link de dentro do documento para outro local através da tag “embeddedHtml”. A PoC (prova de conceito) da técnica foi descrita no blog do time. Além de explicarem os passos e disponibilizarem um vídeo os pesquisadores também colocaram como se proteger contra isto, vale dar uma conferida!! 😉 A notícia foi apresentada com a visão de um ataque, uma exploração, mas e se houvesse um meio de olhar para isso pensando no lado da defesa? Será que há como? Conta pra gente o que acha 😁
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