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  1. Pessoal, recebi recentemente esta referência de técnicas anti-debug atualizadas por uma fonte confiável, que é a empresa Check Point. Não cheguei a olhar ainda, mas achei interessante de compartilhar logo com os colegas, por ser um tema de grande relevância na área de engenharia reversa. Abraços! https://research.checkpoint.com/2020/cpr-anti-debug-encyclopedia-the-check-point-anti-debug-techniques-repository/
  2. Se você é da área de Segurança da Informação ou simplesmente tem interesse pelo assunto já deve ter notado que todo dia temos notícias de novos malwares surgindo, sejam eles malwares completamente novos ou variantes de um malware já conhecido. Com isto em mente, faz algum tempo que as empresas de segurança, inteligência e até mesmo pesquisadores independentes passaram a buscar métodos de automatizar não só a análise destes malwares, mas também a administração e armazenamento do arquivo em si, suas características e relacionamentos com outros arquivos demais entidades (domínios, campanhas, ende
  3. Em todos os sistemas operacionais existem arquivos estruturados. Imagine um bloco segmentado em diversas partes e cada uma sendo uma área que armazena um tipo de dado específico (ex.: cabeçalho, área de código, área de dado inicializado, área de dado estático, área de dado não inicializado, área de referência de definições externas/outros objetos) servindo de referência para resguardar determinada classe de dado do respectivo arquivo binário para serem usados durante a execução do software ou até mesmo para fornecer informações que ajudam no processo de debugging. O conceito dessa formatação d
  4. until
  5. Já faz um bom tempo (quase 1 ano!) desde o último artigo da série de desenvolvimento de debuggers. Este é o último artigo da série e iremos finalmente criar nosso primeiro prototipo de debugger. A ideia aqui, é compilar tudo que foi ensinado nos artigos anteriores sobre Sinais, Forks e ptrace . Com isso, criaremos um simples tracer em C que irá receber um endereço como argumento e colocar um breakpoint no mesmo. Diagrama Antes vamos definir um pouco o escopo do nosso software: O nosso tracer irá criar um fork e nesse fork será feita a chamada para a execv, que
  6. Olá, neste artigo compartilharei um pouco da minha pesquisa no desenvolvimento de debuggers. No momento estou trabalhando em um protótipo de debugger para Linux, mas nada tão avançado quanto um gdb ou radare (muitas coisas são necessárias para chegar neste nível de maturidade de software). O desenvolvimento de debuggers é uma atividade muito interessante, já que, em sua forma mais básica, pode ser resumido em uma série de chamadas de sistema (syscalls) para que seja possível o controle do processo a ser depurado (muitas vezes chamado de debuggee) e de seus recursos, mas não vamos colocar
  7. Olá! No artigo anterior falamos sobre Signals, que é de suma importância para a comunicação entre processos, mas para construir o nosso debugger precisamos muito mais do que apenas isso, precisamos de fato ter total controle sobre um dado processo e se possível controlar até o seu própio início. Neste artigo será explicado o que são forks e seu uso em desenvolvimento de aplicações em sistemas UNIX. Sem mais delongas, vamos prosseguir!!!? Resumidamente a syscall fork é usada para a duplicação e criação de um processo. Quando um dado processo chama a função fork(), é criada uma cópia i
  8. Saudações, leitores do Mente Binária! Hoje me deu vontade de falar sobre uma tarefa que eventualmente preciso fazer na empresa onde trabalho, que é a de verificar as diferenças entre arquivos executáveis, normalmente de Windows, também conhecidos por executáveis PE. Há vários usos ao comparar binários. É possível avaliar o que mudou na versão atual de um software em relação à anterior, descobrir o que muda em cada sample diferente de uma mesma família de malware, etc. Esses dias mesmo me foi pedido que verificasse a diferença entre 6 arquivos maliciosos, que compartilho abaixo como fiz.
  9. Olá, já faz um bom tempo desde do ultimo artigo sobre a construção de debuggers mas, sem mais delongas, vamos dar continuidade a esta série! ? Neste artigo iremos falar um pouco sobre uma chamada de sistema que é capaz de controlar quase todos os aspectos de um processo: a syscall PTRACE (process trace). Antes de continuarmos, vale ressaltar que todo o código utilizado neste artigo está disponível no repositório do Github. De acordo com o manual do Linux (man ptrace), a syscall ptrace é definida assim: "A syscall ptrace provê meios para que um processo (denominado "tracer") pos
  10. Vou começar agradecendo ao @Fernando Mercês pela oportunidade e por ter sugerido este artigo, que também me motivou bastante a escrevê-lo! Introdução Não sou conhecido internet a dentro, apenas acompanho alguns canais no Discord (tal como o do Mente Binária). Meu nível de programação e engenharia reversa não é algo admirável ainda. Em um grupo especifico intitulado "Terra do 1337", que é um grupo fechado de amigos com finalidade de estudar engenharia reversa, programação e descontrair, eu surgi com uma idéia de escrever uma ferramenta que iria facilitar a vida de muitos nesta área de
  11. Comecei a estudar a linguagem Go há alguns dias e fiquei muito impressionado com seus recursos. A facilidade para programação paralela, o fato de ter ponteiros, funções que retornam mais de um valor, código enxuto (se você declarar uma variável e não usar, o programa nem compila!) e outros realmente me encantaram. Recentemente precisei disassemblar um trecho de código de um binário PE para um projeto que está escrito em Go. Vi que existem algumas bibliotecas prontas para serem usadas, como gapstone (bindings da Capstone) e go-zydis (bindings da Zydis) mas não encontrei uma nativa. No
  12. Ano passado eu assisti à uma palestra sobre esse novo utilitário da suíte GNU chamado poke. Ele é um editor de dados binários de linha de comando bem diferente dos que costumo usar (HT Editor, Hiew, etc). Hoje decidi testá-lo e curti bastante. Tá em mega beta, então não tá nem perto de ter pacote disponível nos repositórios oficiais das distros Linux, mas consegui compilar e neste artigo vou dar as instruções, que podem variar em cada ambiente, até porque o poke está em constante desenvolvimento. Usei um ambiente Debian testing aqui. Instalando as dependências A dependência mais chat
  13. ====== Bem-vindo a bordo ====== Este é um repositório/espaço aberto/livre de conteúdo referente a hardware hacking em geral. Sinta-se a vontade para contribuir e retirar suas dúvidas. Assim como em outros espaços de conhecimento compartilhado na Internet, este Fórum tem regras. Algumas delas, são: * Seja educado(a) e respeitoso(a); * Pesquise antes; * Seja claro(a) e descritivo(a); * Esteja preparado(a) para compartilhar informações relevantes a sua dúvida; * Não fuja do foco; * Referencie autores; * E etc.
  14. Pessoal... Ontem achei um artigo na Internet bem escrito, interessante e detalhado sobre Engenharia Reversa em ELF. É um reversing básico, mas não tããããão básico assim. Acho que vale a pena conferir. http://manoharvanga.com/hackme/ Valeu!
  15. Olá a todos, existe alguma maneira de se extrair o conteúdo do livro de engenharia reversa para que eu posso lê-lo em um dispositivo kindle?
  16. Bom dia Galera, Sou bem novo aqui no Fórum, procurei as regras mas não encontrei. Então usarei apenas do bom senso! ? Eu estou a mais ou menos dois meses cutucando um CTF do hack the box, minha experiência com reversing não é muito grande, mas estou procurando aprimora-la cada vez mais. Terminei semana passada o CERO que o Fernando ministrou no Papo Binário, consegui certos progressos mas ainda assim não consigo retornar a flag. Segue o enunciado do CTF: Find the secret flag and get the name of the creators of this challenge! o arquivo do CTF esta em
  17. Pessoal, bom dia. Estou estudando algumas técnicas de proteção de binários, me baseando no video do Fernando Mercês do Roadsec 2017 https://www.youtube.com/watch?v=cpU9U0sqzh4 Mais especificamente, em 27'29", o Fernando mostra como substituir algumas instruções por outras equivalentes, para dificultar a análise do binário. Fiz exatamente isso, mas o programa da um Segmentation Fault após a alteração, e eu não tenho idéia do que pode ser. Alguma ajuda? Segue o programa exemplo em C que fiz para alterar o JMP: #include <stdio.h> int main(void) { int c = 0;
  18. Version 0.22

    302 downloads

    Mais uma ferramenta do hacker horsicq (http://ntinfo.biz), o XVolkolak é um unpacker para vários packers livres e comerciais. Vale a pena ver o vídeo que a gente fez explicando seu funcionamento:
  19. paulosgf

    FSG packer

    Galera, Onde baixo esse packer, de preferência na versão mais atual, que é a 2.0, acho! Aqui no portal não achei em downloads. Abraços!
  20. No artigo anterior, discutimos como encontrar informações importantes para se comunicar com seu dispositivo. Neste, vamos falar sobre uma abordagem genérica antes de reverter o código do firmware de fato. Objetivos A coisa mais importante durante o processo a partir de agora é saber quais perguntas você quer responder. Se você começa a querer entender tudo, sem focar, no final acaba perdido numa montanha de informações sem sentido. Dê uma de Jack, O Estripador clássico: entenda tudo, mas por partes. Eu normalmente começo procurando o protocolo de comunicação no caso dele não es
  21. Complementando os artigos criados sobre máquina virtual para ambiente Windows e Linux, este tutorial tem como finalidade auxiliar na criação de uma máquina virtual para análise de binários, possivelmente maliciosos, em ambiente macOS. Configurações da Máquina Virtual 2 processadores (cores). 2GB de RAM. Placa de rede em modo NAT (em casos aonde você realmente precisa de comunicação com um C&C). Placa de rede em modo Host-Only. Compartilhamento de Pastas desativado ou Host-Only (com host local). Aqui vem um ponto interessante: como tenho receio de mal
  22. Mês passado eu postei no blog uma análise básica de um malware brasileiro que recebi por e-mail. Algumas pessoas se ofereceram para continuar a análise mas não o fizeram, por motivos diversos. Eu tomei vergonha e achei uma máquina virtual com o XP e alguns programas velhos que ajudariam na análise. Este artigo é o meu relato sobre esse malware. No post do blog cheguei a identificar que o malware tinha UPX [1], então neste artigo vamos partir da remoção do packer: $ wc -c IMG2005M.exe 58880 IMG2005M.exe $ upx -dqq IMG2005M.exe 102400 <- 58880 57.50% win32/pe IMG2005M.exe $ wc -c I
  23. Resolvi montar este tutorial depois do grande trabalho que tive pra atualizar a máquina virtual que utilizo para analisar malware. Perdi horas procurando e instalando programas. Minha vontade era de distribuir um OVA com a máquina já pronta e talvez faça isso no futuro mas por hora vou discutir aqui os programas que utilizo para uma análise básica de malware ou engenharia reversa de algum software. Máquina virtual 512 MB de memória Placa de rede em modo NAT Sistema operacional Utilizo o Windows 7 64-bits em Português do Brasil, para facilitar na análise de malware
  24. Desafio feito pelo dtm. Categoria: Easy! O desafio é conseguir usar a versão "completa" do software removendo tudo que te impede. Chall: http://www.mediafire.com/file/h789ga3v3gxv9vr/NoREpls.exe VirusTotal: https://www.virustotal.com/en/file/6adb6cd98c6da46ffe39ff8b5fe10634358cdc48c432369edd06f939be596bd2/analysis/1500375245/
  25. Caro leitor, você gosta de desafios? Neste artigo vou contar como resolvi um desafio de engenharia reversa do Shellterlabs, mas sem usar um disassembly! Para quem não é acostumado com o termo, de acordo com o grupo CTF-BR!, um CTF (Capture The Flag) nada mais é do que uma competição que envolve diversas áreas mas principalmente as áreas ligadas à segurança da informação. No Papo Binário também há um vídeo sobre o assunto. O desafio em questão é o Shellter Hacking Express Acidentalmente. Em sua descrição, há a seguinte frase: Acidentalmente codificamos a chave. Isso não diz muita
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