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  1. Se você é da área de Segurança da Informação ou simplesmente tem interesse pelo assunto já deve ter notado que todo dia temos notícias de novos malwares surgindo, sejam eles malwares completamente novos ou variantes de um malware já conhecido. Com isto em mente, faz algum tempo que as empresas de segurança, inteligência e até mesmo pesquisadores independentes passaram a buscar métodos de automatizar não só a análise destes malwares, mas também a administração e armazenamento do arquivo em si, suas características e relacionamentos com outros arquivos demais entidades (domínios, campanhas, ende
  2. Vou começar agradecendo ao @Fernando Mercês pela oportunidade e por ter sugerido este artigo, que também me motivou bastante a escrevê-lo! Introdução Não sou conhecido internet a dentro, apenas acompanho alguns canais no Discord (tal como o do Mente Binária). Meu nível de programação e engenharia reversa não é algo admirável ainda. Em um grupo especifico intitulado "Terra do 1337", que é um grupo fechado de amigos com finalidade de estudar engenharia reversa, programação e descontrair, eu surgi com uma idéia de escrever uma ferramenta que iria facilitar a vida de muitos nesta área de
  3. Após ver sobre o comando find no nosso canal Papo Binário decidi estudar um pouco mais sobre o mesmo. Revisando estas anotações pensei que seria interessante compartilhá-las, tendo em vista que o find é um comando extremamente poderoso. Alguns dos parâmetros já foram abordados no vídeo, mas vou repassar alguns aqui, não custa nada, não é mesmo?! Este comando pode ser útil para diversas tarefas, dentre elas investigação, administração ou mesmo aprendizado sobre o sistema. Indo direto ao ponto, o find é um comando para procurar itens no filesystem (arquivos, links, diretórios, etc). O
  4. njrizzo

    IV BSD DAY

    IV BSDDAY em Seropédica Devido a greve dos caminhoneiros na semana da data anterior (26/05) o evento foi reagendado para a data de 30/05 Façam suas inscrições e doações via vakinha ou paypal www.bsdday.com.br
  5. Você gosta de software de código aberto? Gosta quando encontra um programa bem feito, que atende a sua necessidade, sem custo, é atualizado, os desenvolvedores colocam novos recursos, você pode até opinar, sugerir mudanças e várias são aceitas? Saiba que por trás destes milhares de programas livres há um mundo de pessoas que dedicam seu tempo (muitas vezes seu tempo livre) para entregar software de qualidade pra você sem nem te conhecer. Isso é muito louvável. Agora mesmo estou usando o WordPress para escrever este artigo, um software de código aberto. Não paguei nada por ele e ainda modifico
  6. Aproveitando que farei uma apresentação sobre pacotes deb na comemoração do 18º aniversário do Debian GNU/Linux, decidi escrever este artigo, para mostrar o que é um pacote deb e como ele pode ser gerado de forma quase artesanal. O objetivo deste artigo é mostrar o que é um pacote deb e como ele se comporta. Mostrarei como olhar o conteúdo de um pacote deb a fim de copiar sua estrutura para gerar um novo, coisa que fiz quando comecei a me interessar pelo assunto. Este artigo faz parte de um objetivo maior, que é atrair colaboradores para a comunidade Debian. Um pacote “caseiro” não s
  7. Desde 2013 que estamos trabalhando duro numa nova versão do pev, nosso toolkit para análise de binários PE (Portable Executable), o formato utilizado pelos executáveis (EXE, DLL, OCX, etc) do Windows. O pev é um projeto em que me sinto muito feliz de fazer parte e o principal motivo é que existe algo de muito forte e especial nele: colaboração. Quase 30 pessoas contribuíram com o projeto de alguma forma (código, testes, empacotamento, etc) e hoje ele está presente nos repositórios das principais distribuições Linux, inclusive as focadas em segurança de alguma forma. Outro ponto impo
  8. 1. Introdução As mídias USB, e em especial os pen drives, são responsáveis por boa parte das infecções por vírus e malwares nas estações de trabalho e até servidores utilizados por usuários incautos. Um simples “espetar” de um pen drive USB pode passar por cima de todas as medidas segurança implementadas no ambiente de rede. Pensando nisso, resolvi buscar uma forma de imunizar uma mídia USB, de forma passiva, de modo que a proteção fique na mídia e não na máquina. Não existe milgare, mas é possível diminuir bastante o risco de infecção com a técnica que apresentarei. 2. Como a infecç
  9. 1. Introdução Um analisador de executáveis é um software capaz de prover informações sobre um executável que podem ser muito úteis para pesquisadores de Segurança da Informação na análise de malware, forense computacional ou engenharia reversa. Este artigo objetiva demonstrar como um analisador de executáveis é construído, abordando técnicas para uma análise precisa e eficiente. É utilizado como base um software de código aberto chamado “pev”, de desenvolvimento próprio, que analisa binários PE32 (usados no MS-Windows) e pode ser compilador tanto em sistemas UNIXlike quanto no próprio Wi
  10. É notória a quantidade de pen drives e cartões de memória infectados com vírus. Freqüentemente nos deparamos com vírus novos, que os antivírus não conhecem (a vacina é criada depois de certo tempo). Essas pragas disseminadas por pen drives são tão perigosas quanto as disseminadas pela internet e às vezes até mais destruidoras, ou seja, o cuidado deve ser redobrado. Veja neste artigo como se defender de um pen drive ou cartão de memória infectado e saiba como remover o vírus destes dispositivos. O primeiro ponto a entender é como um vírus infecta um pen drive. Sabemos que vírus são prog
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