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  1. O preloading é um recurso suportado pelo runtime loader de binários ELF implementado na glibc (GNU C Library), mais especificamente no arquivo rtld.c. Ele consiste em carregar uma biblioteca antes de todas as outras durante o carregamento de um programa executável. Assim é possível injetar funções em programas, inspecionar as funções existentes, etc. Por exemplo, considere o programa ola.c abaixo: #include <stdio.h> void main() { printf("ola, mundo do bem!"); } Ao compilar e rodar, a saída é conforme o esperado: $ gcc -o ola ola.c $ ./ola ola, mundo do bem! A função prin
  2. Com as vantagens óbvias das câmeras digitais, incluindo as dos smartphones, mais e mais pessoas tiram fotos todos os dias, em todos os lugares, fazendo as mais variadas “tripulias”. O que pouca gente sabe é que esses arquivos de fotos podem conter dados um tanto quanto comprometedores, como data, condições em que a foto foi tirada e até mesmo onde você estava! Se você olhar as propriedades de uma foto em .jpg tirada com uma câmera digital, poderá se surpreender com as informações que estão nela. No GNU/Linux: No Windows XP: Percebeu a marca e modelo da câmera, alé
  3. 1. Introdução As mídias USB, e em especial os pen drives, são responsáveis por boa parte das infecções por vírus e malwares nas estações de trabalho e até servidores utilizados por usuários incautos. Um simples “espetar” de um pen drive USB pode passar por cima de todas as medidas segurança implementadas no ambiente de rede. Pensando nisso, resolvi buscar uma forma de imunizar uma mídia USB, de forma passiva, de modo que a proteção fique na mídia e não na máquina. Não existe milgare, mas é possível diminuir bastante o risco de infecção com a técnica que apresentarei. 2. Como a infecç
  4. É notória a quantidade de pen drives e cartões de memória infectados com vírus. Freqüentemente nos deparamos com vírus novos, que os antivírus não conhecem (a vacina é criada depois de certo tempo). Essas pragas disseminadas por pen drives são tão perigosas quanto as disseminadas pela internet e às vezes até mais destruidoras, ou seja, o cuidado deve ser redobrado. Veja neste artigo como se defender de um pen drive ou cartão de memória infectado e saiba como remover o vírus destes dispositivos. O primeiro ponto a entender é como um vírus infecta um pen drive. Sabemos que vírus são prog
  5. A maioria dos vírus e pragas virtuais compartilham de certos métodos de auto-inicialização com o SO. Isto inclui os spywares e seus similares. Os sistemas Windows possuem métodos para inicializar programas junto ao seu carregamento limitados. Na maioria das vezes os vírus iniciam justamente por eles e daí a importância de conhecê-los e saber gerenciá-los. Desta forma, o técnico pode remover manualmente muitas pragas, o que economizará tempo com scans de softwares antivírus e anti-spys, além de ser extremamente útil quando o vírus ataca estes softwares de proteção, impedindo sua inicializa
  6. Apesar de ser um assunto que já foi tratado em muitos sites e fóruns, continuo a observar que alguns usuários do Windows devem ter mais atenção com o tipo de arquivo que aplica o famoso duplo-clique. Identificar se o arquivo é inofensivo ou se é uma ameaça pode ser mais fácil do que se imagina. Este artigo tem como intenção desmistificar as lendas sobre as extensões de arquivos maliciosos e alertar sobre as extensões perigosas. O sistema operacional Windows reconhece (deduz o conteúdo) dos arquvios por sua extensão. Mas o que é extensão de arquivo? Extensão de arquivo para o MS-Windo
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