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  1. O EtterSilent é um novo malware criador de documentos maliciosos que tem utilizado o DocuSign para enganar vítimas. Segundo descoberta do Intel 471, o “produto” tem sido alavancado por vários grupos de crimes cibernéticos, e à medida que cresceu em popularidade, foi atualizado constantemente para evitar a detecção. O grupo de inteligência em cibersegurança diz que o malware foi anunciado pela primeira vez em um fórum russo de crimes cibernéticos, onde o vendedor ofereceu dois tipos de documentos do Microsoft Office como arma aos usuários: um que explora uma vulnerabilidade conhecida no M
  2. Um malware recém-descoberto para Android foi encontrado na Play Store do Google disfarçado de uma ferramenta do Netflix. Segundo o BleepingComputer, ele foi projetado para se espalhar automaticamente para outros dispositivos usando respostas automáticas do WhatsApp às mensagens recebidas. Os pesquisadores da Check Point Research descobriram o novo malware, que se disfarça de um aplicativo chamado FlixOnline e tenta atrair vítimas em potencial com promessas de acesso gratuito ao conteúdo da Netflix. Os pesquisadores revelaram seus resultados de pesquisa ao Google, que rapidamente retirou o
  3. Um novo malware chamado BazarCall utiliza call centers para distribuir alguns dos malwares mais prejudiciais do Windows. Segundo o BleepingComputer, o novo malware está sendo distribuído por call centers no final de janeiro e é utilizado para instalar o malware BazarLoader. A campanha começa com um e-mail de phishing, mas a partir daí se desvia para um novo método de distribuição, usando call centers para distribuir documentos Excel maliciosos que instalam malwares. Em vez de agrupar anexos, os e-mails do BazarCall solicitam aos usuários que liguem para um número de telefone para cancelar
  4. Um novo vetor de infecção do malware Purple Fox coloca sistemas Windows voltados para a Internet em risco de ataques de força bruta. A Guardicore Labs emitiu comunicado informando que a campanha ativa de malware que visa máquinas Windows até então utilizada kits de exploração e e-mails de phishing para seus ataques. Agora, o novo vetor de infecção do Purple Fox tem como alvo máquinas Windows voltadas para a Internet, que estão sendo violadas por meio de ataques de força bruta de senha. A Guardicore Labs também identificou uma vasta rede de servidores comprometidos hospedando seu dropper e
  5. Um malware de roubo de contas tem como alvo os usuários dos principais provedores de serviços, incluindo Google, Facebook, Amazon e Apple. Segundo o BleepingComputer, o malware, apelidado de CopperStealer por pesquisadores da Proofpoint, é um ladrão de senhas e cookies desenvolvido ativamente com um recurso de download que permite que seus operadores forneçam cargas maliciosas adicionais aos dispositivos infectados. O CopperStealer funciona coletando senhas salvas nos navegadores Google Chrome, Edge, Firefox, Yandex e Opera. Contas comprometidas foram utilizadas para executar anúncios mal
  6. Pesquisadores da Proofpoint analisaram uma campanha que passou a distribuir um novo malware chamado NimzaLoader. Uma das características diferenciadas do malware é que ele foi escrito na linguagem de programação Nim, que é compilada, de alto nível e estaticamente tipada. Segundo a Proofpoint, um malware escrito em Nim é raro no cenário de ameaças, e os seus desenvolvedores podem ter escolhido usar essa linguagem de programação para evitar a detecção, já que os engenheiros reversos podem não estar familiarizados com a implementação do Nim ou focados no desenvolvimento de detecção dele.
  7. Um malware que visa Macs com o chip M1 da Apple está infectando máquinas em todo o mundo, informa o ThreatPost. A descoberta de pesquisadores de segurança segue outra, que descobriu um adware para macOS criado para atingir o novo processador da Apple. O system-on-a-chip (SoC) M1 foi lançado no ano passado. Com os novos Macs começando a ser lançados junto ao chip, os cibercriminosos estão voltando sua atenção para esses alvos. O ThreatPost já havia informado sobre a descoberta de uma variante do “Pirrit”, um aplicativo malicioso de distribuição de adware que tem agora como alvo específico
  8. Levantamento global da Kaspersky constatou que entre julho e dezembro de 2020, mais de 270 mil pessoas tiveram contato com arquivos maliciosos ao tentar baixar programas para aulas online em sites fraudulentos. Esse tipo de ataque cresceu 60% no segundo semestre do ano passado, informa a empresa de segurança. Nos seis meses anteriores, 168 mil tentativas de ataques foram detectadas, o que representou aumento de mais de 20.000% comparado ao mesmo período de 2019. De acordo com a pesquisa, a isca mais popular foi o Zoom. Em segundo lugar ficou o Moodle, seguido pelo Google Meet. O relatório
  9. A família de malware Agent Tesla, um trojan de acesso remoto (RAT) ativo há mais de 7 anos, continua sendo uma das ameaças mais comuns aos usuários do Windows, evoluindo constantemente. Uma descoberta recente da empresa de segurança Sophos identificou um aumento no número de aplicativos direcionados ao roubo de credenciais, incluindo navegadores da web, clientes de e-mail, clientes de rede privada virtual e outros softwares que armazenam nomes de usuário e senhas. A evolução da ferramenta também se estende ao seu pacote de entrega, com uma versão que agora visa a Interface de Software An
  10. Uma campanha maliciosa ativa atualmente utiliza o malware FreakOut para atingir dispositivos Linux que executam software com vulnerabilidades críticas. Segundo o BleepingComputer, pesquisadores da Check Point descobriram que esses softwares normalmente alimentam dispositivos de armazenamento conectado à rede (NAS) ou são usados para desenvolver aplicativos e portais da web. O objetivo é infectar máquinas com versões vulneráveis do sistema operacional TerraMaster, do Zend Framework ou do Liferay Portal. Os pesquisadores dizem que dispositivos Linux infectados se juntam a uma botnet que po
  11. Uma operação de malware voltada para macOS usou um truque inteligente para evitar a detecção, sequestrando os recursos de hardware de usuários infectados para extrair criptomoedas. A empresa de segurança SentinelOne divulgou relatório onde explica que o OSAMiner é um malware que tem sido distribuído pelo menos desde 2015, disfarçado em jogos e softwares pirateados como League of Legends e Microsoft Office para Mac. Um porta-voz do SentinelOne disse ao ZDNet que o OSAMiner está ativo há muito tempo e evoluiu nos últimos meses, mas parece ser principalmente direcionado às comunidades chines
  12. Pesquisadores da área de Threat Intelligence da Avast identificaram um malware oculto em pelo menos 28 extensões terceirizadas do Google Chrome e Microsoft Edge associadas a algumas plataformas populares. As extensões Video Downloader para Facebook, Vimeo Video Downloader, Instagram Story Downloader, VK Unblock e outras ajudam os usuários a baixar vídeos dessas plataformas e, de acordo com os números de download das lojas de aplicativos, cerca de 3 milhões de pessoas podem ser afetadas em todo o mundo pelo malware embutido nesses serviços. Os pesquisadores identificaram um código malicios
  13. O Microsoft 365 Defender Research Team divulgou informações sobre uma campanha que tem distribuído ativamente um malware modificador de navegador evoluído em escala. A campanha está ativa pelo menos desde maio de 2020 e em seu pico, em agosto, foi observada em mais de 30 mil dispositivos todos os dias. O malware injeta anúncios falsos nas páginas de resultados dos mecanismos de pesquisa. A família de modificadores de navegador recebeu o nome de Adrozek. Entre os navegadores afetados pela ameaça estão: Microsoft Edge, Google Chrome, Yandex Browser e Mozilla Firefox. Segundo os pesquisador
  14. Olá pessoal, Estou iniciando meus estudos em Analise de Malware, usando o curso CERO do Fernando Mercês como guia inicial. Baixei diretamente do site do fabricante o software para analise de executáveis Detect It Easy, e antes de executá-lo, submeti o DIE ao virus total. Pelo menos 6 engines detectaram o artefato como dropers/trojan. Alguém passou por essa experiencia com o DIE? Chegaram a analisa-lo para confirmar se está limpo? Fiquei com receio de executá-lo.
  15. Aof

    VB.crypt

    Estou analisando um malware que esta com esse crypt VB.Crypter.Vi mas consegui bypass por não ter encontrado nada pra tirar ele na internet, mas se alguém tive como me ajudar, agradeço.
  16. Complementando os artigos criados sobre máquina virtual para ambiente Windows e Linux, este tutorial tem como finalidade auxiliar na criação de uma máquina virtual para análise de binários, possivelmente maliciosos, em ambiente macOS. Configurações da Máquina Virtual 2 processadores (cores). 2GB de RAM. Placa de rede em modo NAT (em casos aonde você realmente precisa de comunicação com um C&C). Placa de rede em modo Host-Only. Compartilhamento de Pastas desativado ou Host-Only (com host local). Aqui vem um ponto interessante: como tenho receio de mal
  17. Mês passado eu postei no blog uma análise básica de um malware brasileiro que recebi por e-mail. Algumas pessoas se ofereceram para continuar a análise mas não o fizeram, por motivos diversos. Eu tomei vergonha e achei uma máquina virtual com o XP e alguns programas velhos que ajudariam na análise. Este artigo é o meu relato sobre esse malware. No post do blog cheguei a identificar que o malware tinha UPX [1], então neste artigo vamos partir da remoção do packer: $ wc -c IMG2005M.exe 58880 IMG2005M.exe $ upx -dqq IMG2005M.exe 102400 <- 58880 57.50% win32/pe IMG2005M.exe $ wc -c I
  18. Batizado com nome herdado da estrela binária VV Cephei, o Linux.Cephei é provavelmente o primeiro file infector para executáveis ELF (utilizados nos sistemas baseados em Linux, entre outros) escrito na linguagem Nim. Isso mesmo, o autor é um tanto excêntrico e disse em seu blog que o Linux.Cephei é inofensivo (por enquanto) e fez somente para participar de um concurso de programação. O vírus é do tipo que chamamos de prepender, ou seja, ele adiciona algo "antes" da execução de um programa saudável, no caso, de um binário ELF. A técnica para isso é a alteração de seu entrypoint. Nos
  19. É notória a quantidade de pen drives e cartões de memória infectados com vírus. Freqüentemente nos deparamos com vírus novos, que os antivírus não conhecem (a vacina é criada depois de certo tempo). Essas pragas disseminadas por pen drives são tão perigosas quanto as disseminadas pela internet e às vezes até mais destruidoras, ou seja, o cuidado deve ser redobrado. Veja neste artigo como se defender de um pen drive ou cartão de memória infectado e saiba como remover o vírus destes dispositivos. O primeiro ponto a entender é como um vírus infecta um pen drive. Sabemos que vírus são prog
  20. A maioria dos vírus e pragas virtuais compartilham de certos métodos de auto-inicialização com o SO. Isto inclui os spywares e seus similares. Os sistemas Windows possuem métodos para inicializar programas junto ao seu carregamento limitados. Na maioria das vezes os vírus iniciam justamente por eles e daí a importância de conhecê-los e saber gerenciá-los. Desta forma, o técnico pode remover manualmente muitas pragas, o que economizará tempo com scans de softwares antivírus e anti-spys, além de ser extremamente útil quando o vírus ataca estes softwares de proteção, impedindo sua inicializa
  21. Apesar de ser um assunto que já foi tratado em muitos sites e fóruns, continuo a observar que alguns usuários do Windows devem ter mais atenção com o tipo de arquivo que aplica o famoso duplo-clique. Identificar se o arquivo é inofensivo ou se é uma ameaça pode ser mais fácil do que se imagina. Este artigo tem como intenção desmistificar as lendas sobre as extensões de arquivos maliciosos e alertar sobre as extensões perigosas. O sistema operacional Windows reconhece (deduz o conteúdo) dos arquvios por sua extensão. Mas o que é extensão de arquivo? Extensão de arquivo para o MS-Windo
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