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    Aprenda fazendo: como usar programas de linha de comando


    Leandro Fróes

    Você já utilizou algum programa que precisasse de argumentos em linha de comando para executar alguma ação em específico? Algum programa como: ping, wget, curl, valgrind, etc? Estes são só alguns dos milhares de programas que exigem no mínimo um argumento para serem executados (sem falar de suas opções adicionais). Com isto em mente, o programador Zack Akil criou em seu blog um tutorial simples e muito rico sobre como criar um programa de linha de comando em Python, utilizando um módulo nativo chamado argparse. A intenção de ensinar como programas de linha de comando funcionam através da criação de um. 🤗

    A ideia do argparse é simples: parsear argumentos passados via linha de comando para um script e executar uma ação de acordo.

    Mesmo sendo uma tarefa aparentemente simples, ler a documentação ou entender como de fato fazer isto de forma correta pode ser difícil para iniciantes. Até mesmo para quem já programa pode ser uma tarefa difícil, tendo em vista que nem todos utilizam a linha de comando no seu dia a dia. Neste ponto, o tutorial do Zack ajuda muito!

    O módulo pode ser utilizado tanto no Python 2 quanto no 3, basta incluí-lo em seu script. O tutorial dá uma introdução extremamente interessante, mas as possibilidades de uso são enormes, não se limite à ele!!! 🆓

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    Feedback do Usuário

    Comentários Recomendados

    Oi @Leandro Fróes tudo bem!?

    Eu li esse tutorial assim por alto, e acho que para tornar o programa mais interessante na linha de comando sem ter que chamar o interpretador seria no inicio do programa adicionar shebang:

    #!/usr/bin/env python

    Para informar o sistema onde o programa irá  ser executado.

    Nesse caso tornando o ficheiro executável com:

    chmod +x programa.py

    Pode executar o ficheiro sem a extensão do arquivo, nesse caso seria executado desta forma

    ./programa <argumento>  <argumento>

    Abraço.  

     

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    Olá @gnoo!! Tudo ótimo, espero que com você também.

    Concordo plenamente, eu só acrescentaria uma coisa: a versão do interpretador. Segundo a PEP 394 não devemos utilizar apenas o nome python a não ser que nosso código rode tanto na versão 2 quanto na 3. Do contrário, é interessante especificar a versão (e.g python3).

    Valeu pela dica mano, abs!!

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    Outra dica: Colocar seu script num diretório que conste do PATH para evitar ter que informar o diretório (mesmo que relativo) onde ele está... Costumo colocar meus scripts em /usr/local/bin/ para esse fim.

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