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HelderPereira

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  1. No caso das .dlls importadas para compor a aplicação elas são inseridas no espaço de endereçamento do processo a ser executado? Aparentemente pelo vídeo parece que não. Se elas não estão no espaço de endereçamento do processo que a está usando, onde estão? No espaço de endereçamento do Kernel? E se assim o for toda vez que essas funções forem acionadas, tem que haver a troca de contexto do processo devido a isso ser uma chamada de sistema, no caso do windows uma chamada a API. Outra dúvida é como visualizar no código, via um debuger a parte do código que está explicitamente no espaço de endereçamento do processo? Pergunto isso, usando o jargão de sistemas operacionais mundo linux, todo acesso fora do espaço de endereçamento do processo deve ser feito via chamada de sistemas. Ao fazer uso de chamadas de sistemas, a aplicação chamadora ficaria bloqueada e com grande probabilidade de troca de contexto do processo em execução, que do ponto de vista temporal de execução, torna a aplicação mais lenta. Terceira dúvida, tempo como visualizar em um editor hexadecimal, visualizando a representação do código em assembler, que determina call faz uso de API/System call no caso do linux?
  2. Bom dia, li seu post e me gerou uma dúvida. Se eu executar esse código em plataforma nativa DOS, o Loader executará o fragmento (stub) para informar que a aplicação não pode rodar em DOS e encerra a aplicação, no entanto não compreendi como o Loader consegue fazer essa distinção. Ao abrir um executável via um editor hexadecimal como identifico essa distinção dentro do código? Outra dúvida, no caso do...
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